
Pela primeira vez, o Amni Hot Spot cumpre seu desejo itinerante e parte para Belo Horizonte, incorporado ao Festival Minas Cult. Durante uma semana, todos os 19 estilistas do evento e suas respectivas equipes montaram acampamento na capital mineira.
Todos dividiram o mesmo hotel: “Está parecendo uma colônia de férias”, divertia-se o diretor de arte Kleber Matheus, sintetizando o alto astral e a integração vigente no clã Amni Hot Spot.
A integração foi vista do trabalho às baladas – o clubinho mineiro Up viveu noites tipo Bar 13 (o antigo Pix) encontra
a quinta da Torre. O que se via era uma grande família: na sala de desfiles, todos sentavam juntos para aplaudir o trabalho dos colegas, e no fim de cada dia de desfiles, saíam juntos para comemorar.
Desfiles em pé de igualdade
A mesma unidade pôde ser notada nos desfiles. Em temporadas de novos talentos e nomes ascendentes no mercado de moda nacional
é normal haver um certo desnível entre os desfiles. São os erros
e acertos comuns de quem está apenas no início de uma jornada. Mas não foi isso que viu no AHS inverno 2005. Todos os desfiles foram parelhinhos, os três estreantes, Amapô (fotos), Gokko e Jonas Fujita,
se destacaram tanto quanto os veteranos Emilene Galende e Simone Nunes,
por exemplo. Ao final de cada dia de desfiles, a sensação era de afirmação,
confirmação, e os comentários, todos positivos.
Todos dividiram o mesmo hotel: “Está parecendo uma colônia de férias”, divertia-se o diretor de arte Kleber Matheus, sintetizando o alto astral e a integração vigente no clã Amni Hot Spot.
A integração foi vista do trabalho às baladas – o clubinho mineiro Up viveu noites tipo Bar 13 (o antigo Pix) encontra
a quinta da Torre. O que se via era uma grande família: na sala de desfiles, todos sentavam juntos para aplaudir o trabalho dos colegas, e no fim de cada dia de desfiles, saíam juntos para comemorar.
Desfiles em pé de igualdade
A mesma unidade pôde ser notada nos desfiles. Em temporadas de novos talentos e nomes ascendentes no mercado de moda nacional
é normal haver um certo desnível entre os desfiles. São os erros
e acertos comuns de quem está apenas no início de uma jornada. Mas não foi isso que viu no AHS inverno 2005. Todos os desfiles foram parelhinhos, os três estreantes, Amapô (fotos), Gokko e Jonas Fujita,
se destacaram tanto quanto os veteranos Emilene Galende e Simone Nunes,
por exemplo. Ao final de cada dia de desfiles, a sensação era de afirmação,
confirmação, e os comentários, todos positivos.
AHS em BH O fato do Amni Hot Spot ter se realizado pela primeira vez longe de sua cidade natal, São Paulo, não prejudicou em nada a apresentação dos estilistas ou a qualidade dos desfiles. E, do ponto de vista comercial, um ponto de venda especial foi montado na loja MGuia (considerada a Daslu de BH), que comercializará as coleções "hotspotianas" durante todo o Minas Cult. Para manter o padrão dos desfiles, cada um fez a sua parte. O casting, por exemplo, que era uma das preocupações, foi formado por cerca de 40 modelos de SP, e o restante de Belo Horizonte e arredores. O casting era dividido irmãmente entre os participantes e, em alguns casos, os stylists optaram por ter menos modelos e fazer mais trocas de roupas – assim, não se comprometeu a qualidade em nenhum momento. Cada um deu o seu jeitinho e contribuição o quanto pode – a experiência itinerante foi no mínimo uma oportunidade de exercitar a solidariedade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário